TRATAMENTO PRECOCE  
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ESTE SITIO VISA ESCLARECER A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO PRECOCE EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES, DEMOSTRANDO COM ESTUDOS A SUA COERÊNCIA.

 

Sábado, Outubro 27, 2007

 
Olá pessoal visitem o meu blog www.drrafaelferreira.blogspot.com
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Terça-feira, Novembro 30, 2004

 
Artigo falando sobre:
AMAMENTAÇÃO NATURAL: UMA PREVENÇÃO DOS DISTÚRBIOS DO SISTEMA ESTOMATOGNÁTICO.
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Quarta-feira, Setembro 22, 2004

 
QUANDO DEVEMOS INTERVIR? ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES SOB A ÓTICA DA REABILITAÇÃO NEURO-OCLUSAL.
RAFAEL FERREIRA*
*CURSO EXTENSIVO EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES (SOBRACOM).
*ESPECIALISTA EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES CFO.



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Equilíbrio vital

A boca é o portal energético do corpo, a face é composta de várias estruturas que possuem uma interdependência. Acredito que tentamos equilibrar o órgão mais complexo e menos entendido do nosso organismo. A boca está relacionada com diversas estruturas como a respiração (que acredito que de todas é a que mais influência na modulação do crescimento e desenvolvimento), a fala que é vital para a sociabilidade; pessoas que possuem harmonia estomatognátiga são mais bem aceitas, possuem capacidade física maior (Ronaldinho Gaúcho é uma exceção).
A maxila se relaciona com a órbita, cavidade nasal, cavidade oral. Por trás de todo este conjunto está o nosso sistema nervoso central. A pituitária importantíssima para promover o crescimento está localizada no esfenóide, osso que se relaciona com todos os ossos da face e parte interna do cérebro, posso ficar escrevendo mais dez páginas sobre isso e mesmo assim não teremos todas as relações. Esta interdependência já foi descrita por Van Der Klaauw (componente craniano funcional o CCP), Moss desenvolveu a sua teoria a partir destes postulados.(de Sá filho, Floriano. p. 189) .
Mas acredito que devemos ir além, se sabemos que a posição da mandíbula guia o eixo corporal, qualquer intervenção que fizermos, que possa alterar o equilíbrio do sistema (seja uma restauração mal adaptada ou problema periodontal...) comprometerá o todo. Caso esta boca entre em colapso, estará influenciando também a posição da mandíbula, alterando o eixo corporal gerando uma resposta que é uma adaptação muscular (situação hipotética). Devemos sempre antever o problema, esta é a real prática da OFM.
Prevenir é dar condições para que o indivíduo cresça e se desenvolva com as máximas de sua capacidade. Sabemos que grande parte das más oclusões começam na infância, se prevenirmos desde o nascimento com as corretas orientações sobre a amamentação, alimentação, hábitos, fatores psicológicos..., Conseguiremos sem dúvida nenhuma alcançar o equilíbrio de nossos pacientes.
O grande mérito de Pedro Planas não foram o equiplan nem pistas diretas ou indiretas, a sua grande descoberta foi como se operava o desenvolvimento do sistema estomatognático, ele observou as rotações da mandíbula e maxila e conseguiu identificar o motivo, e como elas aconteciam, mas este gênio foi além ele aprendeu a corrigir e prevenir. Planas já em 1962 descrevia que uma correta amamentação com movimentos de ordenha era uma preparação do sistema estomatognático para receber os dentes e estes cumprirem o seu papel que é a de moer e triturar o alimento aumentando a sua superfície como conseqüência facilitando a digestão. Esses estímulos corretos vão influenciar todas as estruturas interdependentes, trabalhando em harmonia.
Acredito que OFM vai muito além de aparelhos, OFM é direcionar, criar ou manter o equilíbrio. Devemos sempre escutar nossos pacientes porque acredito que eles possuem informações valiosíssimas para a compreensão da OFM. Temos que colaborar para a correta evolução do sistema como um todo, indo em direção ao equilíbrio vital.

RAFAEL FERREIRA
CIRURGIÃO DENTISTA
CLÍNICO GERAL
ESPECIALISTA EM ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES



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Quarta-feira, Agosto 04, 2004

 
Em pesquisa realizada em Bagé (RS) sobre Amamentação materna X Respiração X Maloclusão, SCHINESTSCK20 e equipe, (1986) observaram 200 crianças ente 3 a 6 anos , 69% apresentavam falta de selamento labial, 55% com problemas respiratórios e 74,5% possuíam maloclusão.
Em estudo realizado em Porto Alegre sobre prevalência de malocluão na dentição decídua, contatou que num grupo de 567 crianças de 3 a 5 anos, 60% apresentavam alterações como mordida aberta ou sobremordida, sendo 78,66% dos casos apresentavam maloclusão (LÓPEZ, CEZAR, CHISLENI, FARINA, BELTRAME E FERREIRA21, 2001).
Estudo realizado em creches da rede pública de ensino das cidades de Aracaju (SE), Bayeux (PB), João Pessoa (PB) e Recife (PE) com 989 crianças entre 2 e 5 anos de idade. Constatou-se que 56,22% portavam alguma oclusopatia, sendo 36,1% com protrusão de incisivos superiores, overbite 16,7% e apinhamento 9,9% e perda precoce de dentes decíduos 2,9% (THOMAS; ELY; LIRA; MORAES; VALENÇA22, 2002).
De acordo com SCHINESTSCK23 (1986), o Sistema Estomatognático é interligado, inter-relacionado e não pode ser tratado isoladamente, mas sim, por uma equipe multidisciplinar. A boca pode ser entendida e tratada como uma entidade estabilizadora do mecanismo esquelético, devemos compreender suas reais relações com o todo. Além destas recomendações, devemos estar atentos às alterações respiratórias, que ocorrem durante o sono, e que vão interferir na saúde e bem estar do nosso paciente.

Como podemos adimitir esperar para tratarmos nossos pacientes sabendo. De acordo com Pedro Planas tratamento o deve ser o mais precoce possível, porque entendia que quanto maior fosse o tempo de instalação de uma oclusopatia, grandes seriam as dificuldades de tratá-la.

Não há uma idade correta para que possamos intervir em nossos pacientes. Desde o nascimento devemos orientar a correta amamentação e mastigação, remoção de hábitos nocivos ao sistema, prevenindo oclusopatias, ou mesmo orientar pacientes de terceira idade sobre distúrbio temporomandibular. Sempre quando for necessário devemos intervir ou indicar para profissionais habilitados, podemos prevenir alterações estomatológicas em todas as idades, basta conhecer o sistema e saber tratá-lo.



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Terça-feira, Março 09, 2004

 
Quien sabe, previene.
Quien sabe menos, trata y cura.
Quien no sabe, corta y saca.
E. Lloyd , DuBrul 1991.

Devemos extrair dentes? Podemos promover mutilações em nossos pacientes visando a estética?



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Terça-feira, Dezembro 09, 2003

 
É de extrema importância o diagnóstico precoce da mastigação unilateral, isto porque quando mais cedo, menor serão as seqüelas. Não só a ortopedia funcional dos maxilares deve estar ciente dessas alterações, mas todos as especialidades da odontologia, ao examinarmos nossos pacientes durante a primeira consulta de anamnese, devemos perguntar qual o lado mastigatório, e após isto conferir esta afirmação, e caso identificado, o problema, tratar ou encaminhar para um profissional habilitado, prevenindo assimetria faciais, mordidas cruzadas, disfunções articulares como dor e deslocamento do disco, alterações nos padrões mastigatórios, fonação e respiração.




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Segunda-feira, Dezembro 08, 2003

 
Uma boca abandonada desde o nascimento com seu subdesenvolvimento ou hiperdesenvolvimento apresentará, aos 6 ou 7 anos, as mesmas endognatias ou falta de desenvolvimento transversal e antero-posterior ou protrusões incisivas , distoclusões ou mesioclusões, sobremordidas ou mordidas abertas, porém muito mais exageradas em todos os sentidos. (PLANAS, 1997)

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Num recente trabalho publicado na "Revista Española de Ortodoncia", Ricketts cita 40 vantagens do tratamento precoce, o que, com sua autoridade científica reforça os objetivos da OFM, que são as que se seguem:
01 - Pode-se produzir uma mudança esquelética no complexo maxilar. Esta alteração ortopédica é possível de forma transversal, horizontal e vertical.
02 - As influências ortopédicas são mais fáceis de se obter enquanto as suturas são amplas , porque existe uma maior capacidade de ajuste quanto mais jovem seja o paciente. Somos incapazes de demonstrar resultados terapêuticos similares em pacientes começados com mais de 12 anos.
03 - A correção dos lábios e língua normalmente ocorre por si mesma, uma vez que se tenham corrigidas as relações basais. Aqueles casos que isto não se sucede, podem requerer terapia miofuncional.
04 - A correção da maxila induz mudanças favoráveis na mandíbula. Produziam-se melhoras tanto na posição como na longitude da arcada.
05 - O tratamento precoce previne o agravamento da má-oclusão. Em estudo realizado em 1960, a protrusão incisiva aumento em 2% durante a dentição mista.
06 - O tratamento precoce tira o máximo proveito do crescimento mandibular como contribuição à correção das má-oclusões de classe I e II.
07 - O tratamento precoce pode prevenir a necessidade de um tratamento secundário em pelo menos, 50% da população.
08 - O início precoce pode diminuir significativamente a freqüência de extrações de pré-molares.
09 - O tratamento precoce adequado pode quase eliminar a necessidade de se realizar intervenções cirúrgicas do tipo Le Fort.
10 - A correção precoce das classes III reduz a necessidade de se realizar cirurgia mandibular em até 90% dos casos.
11 - O tratamento precoce permite o uso de uma grande variedade de modalidades e fontes de ancoragem. Utilizam-se como pontos de ancoragem a cortical óssea, a musculatura enquanto se conta com o crescimento.
12 - O uso dos segundos molares decíduos nos proporciona uma fixação notável e pode prevenir a necessidade de se colocar aparelhos nos primeiros molares permanentes. Isto protege o primeiro molar.
13 - A intervenção precoce nos oferece a oportunidade de corrigir ou controlar os hábitos prejudiciais.
14 - A redução do prognatismo maxilar diminui a incidência de incisivos fraturados.
15 - A intervenção precoce pode mudar a direção de desenvolvimento e erupção de pré-molares e caninos.
16 - A rotação dos dentes durante sua erupção praticamente elimina a tendência a recidiva.
17 - Pode-se prevenir a impactação dos caninos mediante uma variedade de métodos.
18 - O tratamento se realiza em uma idade em que a criança está sob forte influência dos pais e coopera melhor.
19 - A redução precoce das maloclusões severas facilita a fonoarticulação correta.
20 - Quando é necessário em tratamento complementar, reduz-se o tempo em que se usam parelhos completos se previamente se normalizaram as relações inter-maxilares.
21 - Pode-se melhorar a estética facial. Isto proporciona uma melhor identidade e segurança ao paciente, elevando sua auto-estima.
22 - O tratamento correto pode facilitar o desenvolvimento normal das ATMs.
23 - É possível realizar com sucesso uma maior expansão na criança. Isto se deve à existência de um processo alveolar em desenvolvimento em que existe movimento dentário.
24 - Nos pacientes maiores, inclusive nos adolescentes, com a remodelação óssea produz-se uma redução do processo alveolar .
25 - A intervenção ortopédica pode converter um respirador bucal em respirador nasal. Adicionalmente, pode-se melhorar a postura da cabeça e consequentemente corporal.
26 - Na criança, o nível do incisivo inferior em relação ao osso basal é menor e o apoio do lábio inferior é mais ativo, o que justifica a intrusão precoce dos incisivos inferiores.
27 - Aos 7-8 anos, o primeiro molar inferior se encontra distalmente no rebordo oblíquo externo. Isto nos proporciona uma excelente fonte de apoio para estabilizar o molar diante da tração intermaxilar.
28 - O clínico pode tirar o máximo proveito dos procedimentos de previsão de crescimento como ferramenta diagnóstica. Isto aumenta a confiança e ajuda a realizar uma prática ousada e eficiente.
29 - Os padrões de crescimento desfavoráveis podem ser identificados com a previsão a longo prazo e, então, pode ser planejado o tratamento mais indicado para o caso.
30 - Quando a previsão falha, que se converta ela própria uma ferramenta diagnóstica para detectar o comportamento anormal.
31 - Pode-se produzir rotação mandibular devido ao tratamento, o paciente pode beneficiar-se do rebote fisiológico e da recuperação do crescimento mandibular.
32 - Se por qualquer motivo, fracassar o tratamento, o profissional terá outra oportunidade na fase corretiva, embora nem sempre a mais adequada.
33 - Pode-se prever satisfatoriamente o espaço para os terceiros molares. Se for necessário, pode-se realizar a germectomia na fase de folículo dentário.
34 - A aceitação de pacientes em uma idade precoce, permite ao ortodontista exercer plenamente seu papel de especialista com habilidades e conhecimentos aprimorados.
35 - Quando o tratamento se inicia precocemente o ortodontista enquanto profissional de saúde, pode exercer, uma influência significativa como exemplo para a criança e a sociedade.
36 - O tratamento precoce pode ser mais econômico e, por isso, útil à sociedade.
37 - Contrariamente à propaganda comum, o tratamento precoce é geralmente mais estável que os resultados do tratamento tardio de condições similares.
38 - Uma filosofia de cuidado integral e controle de crescimento e do desenvolvimento justifica honorários justos. O ortodontista cobra, portanto, por seus conhecimentos e habilidades,
e não abandona o cuidado precoce depois de uma melhora. Esta despesa é por uma serviço de tipo diferente do realizado em função do número de aparelhos e do tempo empregado ou do número de fios metálicos dobrados.
39 - Existe a obrigação moral para os especialistas de cuidar das crianças em vez de deixá-las a cargo de gente menos qualificada.
40 - Uma vantagem subjacente é que os pais desejam o tratamento precoce intuitivamente, em vez de correrem o risco de um incômodo problema social.


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GRIBEL (1999) demonstrou que 61,7% das dimensões sagitais de um adulto já se apresentam no primeiro ano de vida, e 80% em torno dos 6 anos de vida.

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De acordo com GRIBEL (1999) tratamento muito precoce, antes dos seis anos de idade pode tirar proveito, tanto da quantidade, como da qualidade de crescimento, devido a plasticidade dos tecidos moles e duros, podendo atuar na prevenção, correção ou atenuação das alterações de forma e função do sistema estomatognático.
GRIBEL (1999) em entrevista para a revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial destaca que pela sua experiência profissional, a estabilidade das alterações ortopédicas, produzidas por aparelhos ortopédicos funcionais, é muito boa, em especial nas idades precoces. O autor ainda insiste que os tratamentos são mais estáveis quando mais precoce o for, se possível antes dos 6 anos de idade.



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Domingo, Dezembro 07, 2003

 
Dr. Mariano Rocabado, conhecido e respeitado fisioterapeuta chileno, afirma que 80%, isto é, 4 entre 5 pacientes com dores oro-crânio-cervicais apresentam alteração da curvatura fisiológica, ou seja alteração da lordose cervical. Algumas crianças nunca chegaram a apresentar esta curvatura fisiológica. É o caso do Respirador Bucal.

Uma das alterações mais comumente notadas no respirador bucal é a anteriorização da cabeça. Devido a isto, a postura de todo o corpo se altera para manter o equilíbrio que é prioritário, ativando a musculatura flexora. Com esta alteração da posição de cabeça alteram-se os contatos oclusais, aumenta-se a distância entre o esterno e a mandíbula e entre esta e a coluna cervical. Altera-se a posição do osso hióide, da língua e suas funções, da mandíbula e conseqüentemente de toda a musculatura mastigatória, supra e infra hióidea, etc.

Podemos afirmar, portanto que, o indivíduo que respira mal também deglute mal, fala mal e mastiga mal.

"Função incorreta pode afetar não apenas uma correta estrutura, mas também afetar seriamente o desenvolvimento das estruturas".
Myron Lieb

A obstrução nasal, além do desconforto respiratório, pode levar a muitas outras complicações não citadas. As deformidades faciais são notórias e de grande importância no desenvolvimento da criança. A síndrome de apnéia do sono, as deformidades do tórax e o aumento da área cardíaca (cor pulmonale) são descritas com grande freqüência em trabalhos científicos.

Apesar de estarmos falando somente de Tratamento Ortopédico Funcional dos Maxilares é muito importante dizer que, se o problema é multifatorial, exigirá também, na maior parte das vezes, tratamentos multidisciplinares, tais como otorrinolaringológicos, fisioterapêuticos, fonaudiológicos, alérgicos, cirúrgicos e outros.

Na realidade, é preciso que nós nos conscientizemos que a obstrução nasal, além de ser muito desconfortável está relacionada a conseqüências discretas ou graves que podem ser evitadas quando diagnosticadas e tratadas precocemente.

A cabeça do recém-nascido corresponde a 1/4 do tamanho do corpo, chegando na puberdade a 1/8. Isto demonstra que partes do nosso organismo crescem em diferentes velocidades nas várias fases da vida. Como a face faz parte da cabeça e sua maior velocidade de crescimento ocorre nos primeiros 10 anos de vida, devemos propiciar as melhores condições para que este desenvolvimento se processe da maneira mais harmônica possível.

Quando falamos em tratamento precoce devemos pensar que todas as medidas transversais já apresentam mais de 80% aos 6 anos de idade.
(Snodell, Nanda, Currier AJODO NOV/93).




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